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Fox-Time

If only...we understood Love...

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Piña Colada Escaldante

12.08.21

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Ela brincava dizendo que estava em lua de mel, comportando-se até, por vezes,
como uma adolescente enamorada que divide a vida com um homem pela primeira vez.
A leveza e jovialidade divertem-no, fazendo com que o regresso a casa seja aguardado
com uma vontade boa, a que impede que os acontecimentos do dia de trabalho
tomem conta das noites.
Naquela noite, ele preparava um Piña Colada para degustarem depois do gelado de frutos silvestres
que ela fizera para sobremesa quando o guarda da casa soltou um pequeno e nervoso latito.


"Oh bebé...então...que foi? Anda cá meu tó-tó...Viste amor? Que terá sido?"

"Vi sim. Acho que foi um morcego, daqueles pequenos, que bateu na janela" - riu-se.
"Cá para mim ele nunca viu um antes, um verdadeiro vampiro Almadense ao ataque!"

Riam-se os dois enquanto ela afagava carinhosamente o dorso do schnauzer que
se tinha aninhado ao seu lado no sofá.

"Vá lá rapaz, sabes que esse não é o teu lugar...vá..."
O cão desce e vai deitar-se na enorme almofada aveludada rectangular que jaze
aos pés do sofá, o pêlo dele fundindo-se com ela nos muitos tons de cinza que ambos partilham.

"Tenho de admitir - ele obedece-te mesmo...e com vontade..."

"Porque será?"- sorri-lhe, ao sentar-se a seu lado, entregando-lhe um dos copos com
o cocktail de liquido branco espesso.

"Ummm...que humilde que ele é...Às tantas andas a corrompê-lo com aquelas guloseimas
que compras!"

Mas os olhos em bico à chinesa mandona, não escondem a satisfação que ela nutre pelo
facto de ele ter, tão facilmente, conquistado os afectos do seu companheiro felpudo.

"Ai é? Pois...deve ser isso...com certeza...Tal como contigo...Corrupção!!!...Tenho de..."

E, sem qualquer previsão, ela beija-o com veemência, quase entornado a bebida,
tal o ímpeto do linguado, interrompendo assim o tom sarcástico dele.

"Êh lá...gostei...Ainda por cima com essa mistura exótica branca espelhada pelos lábios...
Impossível não provocar coisas num homem.."

"Segura..."- diz, passando-lhe o copo, levantando-se -"Está mesmo calor..."

Num movimento lento, propositado, a blusa é erguida e retirada pela cabeça
revelando o soutien de lingerie negro acetinado com renda preta.
Seguidamente, trata do botão das calças de ganga, deixando à sua mercê
do seu olhar a cuequinha de igual tecido e padrão.

"Dá-me..."
Tinha solto o cabelo depois de livrar-se das calças e estava claramente a seduzi-lo.

Ele, bebe um gole do seu copo e entrega-lhe o dela.
Reclina-se para trás no sofá, esboçando um sorriso malicioso, contrapondo a atitude dela,
marcando a sua posição de macho que mostra que a quer mas que sabe atazaná-la.
"Está bom...como tu gostas...suficientemente espesso?"- pergunta-lhe.

"Sim...muito...rico e...grosso...preenche a boca...os sentidos todos..."- responde,
saboreando, lentamente, o travo a coco e ananás rendido ao rum gelado.

"Importas-te de segurar...só um pouquinho?"
Entrega-lhe o copo, novamente, ficando de mãos livres para manobrar a peça intima
pelas belas ancas e pernas torneadas abaixo, virando-se em simultâneo de costas para ele,
dobrando-se só o suficiente para fazer passá-la pelos tornozelos e pés,
emperiquitando o traseiro gostoso, na direcção do rosto dele.
Depois, pára por um momento, mãos nas ancas, como se escutasse o refrão da canção,
olhando a paisagem que se estendia pela noite adentro, por detrás do reflexo dela.
"Está uma noite magnifica morzinho...e...esta bebida que fizeste é mesmo perigosa..."

"Ummm...e eu que o diga!...Tenho diante de mim...o perigo verdadeiro!..."

Despe a t-shirt. Adivinha que os cocktails terão de esperar para poder refrescá-los.
Ela roda, olhou-o nos olhos, chega-se a ele, faz por sentir a sua respiração.
"Dá-me...quero..."- e leva o copo aos lábios rosados sugando o liquido do copo triangular.

Olhava-a nua.
Era linda.
E...estava em brasa...
"Tens razão...está mesmo muito calor...Ainda me derretes o pikeno..."

Alteando uma perna com toda a elegância,
ela coloca um pé no braço do sofá,

ao pé dele.
"Da-me...anda amor...quero..."

"Queres o quê miúda? Já o tens..." - responde-lhe, serenamente, provocando-a.

"Nãoooo...dá-me a tua boca...apetece-me..."

Com a devida atenção, sem pressas, ele pousa o copo na carpete, devidamente afastado
do sofá
e endireita-se, aproximando a boca do ventre dela.
Beija-a.

Beija longamente...,
escassamente acima do inicio do caminho para o prazer da mulher sexy
que se entrega, de mãos mergulhadas no seu cabelo,
com dedos delicados que suplicam pela sua investida e paixão arrebatadora,
que ela conhece, que a domina...e devora do jeito que ela gosta.

Beija-a.
É doce, quente, cheirosa...

Ela mantém a perna alçada.
Está atrevida.

Não tem receio.
Sabe o que quer.
Escorre de ofegante excitação.

Ele levanta um olhar sorridente de encontro ao dela, que brilha à meia-luz.
"Não tens vergonha, minha safada?"
Não aguarda pela resposta.
Muito ao de leve, lambe-lhe o pequeno inchaço,

provocando de imediato a reacção esperada.

"Aiiii...nãooo...nenhuma...só tesão amor...muitaaa...!"
E o resto da pinã colada dela,
é despejada,
ventre abaixo,

de encontro à boca dele.

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