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Fox-Time

If only Love stood a chance.

Fox-Time

If only Love stood a chance.

Juntos

23.12.19

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A brisa matinal, que se esgueirava por entre a frecha da janela,
embora fresca, mais fazia lembrar o inicio da primavera em vez um dia de inverno.

…agora, estava acordada.
Olhou-me de lado e sorriu.
“Bom dia meu Amor”

Eu sabia e ela sabia que eu sabia...que ela...estava...com vontade...
Era tão engraçada.
Ainda que profissionalmente lide com muitas pessoas, no que toca a estes assuntos em público,
ela pode ser reservada e parecer envergonhada.

No entanto, quando fica com tesão transforma-se.
Quem a conhece apenas do dia a dia, nunca seria capaz de imaginar algumas situações em que estivemos juntos.
Sim,..“Juntos”, entre as nossas palavras, é uma das mais importantes.
Todas as nossas brincadeiras e ousadias intimas serviram sempre para reforçar esse “juntos”.

Bem, adiante…

...deitei-me para trás, fechei os olhos e logo logo senti-a beijar-me.
Os seus lábios frescos, beijaram-se a cara, os olhos e a boca, a sua mão percorreu-me o peito e o tronco,
sabendo eu que aos poucos
a carícia se aproximaria do meu sexo.
Esperei pacientemente saboreando o toque suave e carinhoso dos seus dedos.
Estes foram-se de facto aproximando daquela zona sensível, mas havia sempre um ultimo desvio a cada viagem,
evitavam a base do meu pénis
e deslizavam pelo interior das coxas ou pelas virilhas ate tocarem nos meus testículos.
Quando ela se inclinava para chegar mais longe, sentia as mamas roçarem na barriga e no peito.

Tinha, um belíssimo par de mamas.
Grandes sem serem exageradas, com a inclinação certa, os dois mamilos mais perfeitos que já vi,
ora pequeninhos e pontiagudos,
ora dois grandes círculos rosados que se salientam ligeiramente da superfície perfeita da mama.

Voltando ao relato…

...estava deitada de lado, encostada a mim, e eu sei como ela nestas ocasiões gosta de ser observada
porque sabe como o seu exibicionismo,
normalmente oculto, dá-me uma tesão enorme.
Aos poucos, foi procurando entre as minhas pernas até ter os meus testículos na mão.
Senti-a a acaricia-los com os dedos.
Escusado será dizer que o meu pau,
já erecto, se entesou ainda mais!
Os seus dedos envolveram-no pela base e foram apertando até à glande soltar algumas gotas de liquido cristalino
enquanto a ponta do indicador se movia
em torno de uma pequena saliência da pele logo atrás da parte de baixo da cabeça.
Sentia a sua face apoiada no meu ventre.
Com a mão esquerda afaguei-lhe os cabelos longos e revoltos.
Não lhe via a cara, mas sabia que olhava fixamente para a minha erecção.
Pensei se ela estaria a olhar directamente para ele enquanto fazia-me aquilo.
Pousei a mão no seu rabo lindo e comecei a apalpá-lo, os meus dedos afastando um pouco as nádegas, excitando-a.

Então, ergueu-se e ficou de pernas afastadas, ajoelhada a meu lado continuando a masturbar-me, olhando-me de esguelha,
sorrindo aquele sorriso dela, de menina-mulher.
Depois, resolveu pôr-se de gatas, de rabo empinado, debruçada sobre mim,
as mamas a balouçarem enquanto a sua boca engolia ritmicamente o meu pau.
Com uma mão acariciei-lhe os seios.
Gosto de brincar com as mamas dela enquanto me faz oral, senti-las cheias, grandes, os mamilos inchados entre os meus dedos.

Abandonei-me ao prazer que a sua boca e mãos dela me davam.
De olhos fechados saboreei o broche que só ela adora e sabe fazer.
Lentamente percorre o caminho do meu pénis endurecido, mas o que ela mais gosta de ter na boca e entre os lábios é a minha glande.
Por vezes tirava-o da boca, masturbava-o um pouco, olhava-o com vontade e gemia palavras que qualquer homem gosta de ouvir.

Depois eitou-se e pediu-me ( ...isto é forma de dizer...ela mais ordenou ) que me pusesse de joelhos sobre ela,
pénis na sua boca, claro,
para ela ter acesso a “todo” de mim.
Aí, chupou-me, apalpou-me enquanto me massajava atrás dos testiculos, penetrando ao de leve o ânus, provocando a maior erecção possível
do meu sexo inchado e ao que parecia...tão deslumbrante para ela!

A minha mão desceu à procura e ela entreabriu as pernas, permitindo aos meus dedos a entrada na sua xoxa quente e já bem moldada.
Era como se nos fornicássemos um ao outro a um ritmo crescente.
O meu pau teso e grosso balançava pesadamente perante as envistidas dela, deixando-a satisfeita e com uma tesão crescente.

Sentia-a cada vez mais perto do orgasmo e continha a minha própria vontade de me vir com dificuldade, tal era a perícia dela.
De repente, abriu os olhos, e olhou-me fixamente.
Sabia o que ia acontece.


“Deixa amor”...pedi-lhe...

Sorriu.

“..então faz amor...faz..!”

Senti-a esguichar, repetidamente, convulsivamente...e claro...
com o pau fora da boca dela mas a ser masturbado loucamente, vim-me!
Abri os olhos e vi o meu sémen a espalhar-se pelos seios, ventre, pescoço e mãos dela.
Adorava vê-la sorrir daquela maneira, safada mas carinhosa.

Respirava...não...eu arfava ( ! ) fortemente..mas mesmo com a pernas a tremelicar mandou-me deitar e preparou-se para montar-me.
Segurou o meu pénis e começou a roçá-lo nos lábios do seu sexo.
Depois, aos poucos a sua ratinha careca foi engolindo todo o meu pau.
Sei que é uma posição que ela gosta.
Por cima de mim tem o controle dos movimentos enquanto sente o vaivém do meu membro dentro de si
Muitas vezes é assim que ela se vem,
sentindo o roçar do clítoris na base do meu pénis.

Com ela debruçada sobre mim, as mamas balouçavam a poucos centímetros da minha cara.
As minhas mãos em concha acariciaram-nas e procurei com a boca os seus mamilos.
Ela cavalgar-me com prazer e eu sentia o sumo da sua pitinha a escorrer, um som de chapinhar gostoso no ar,
enquanto lhe beijava e chupava as mamas,
no seu rostou uma a imagem linda de paixão e prazer.

Por vezes agarrava-a pelas ancas e puxava-a de encontro a mim, outras vezes as minhas mãos desciam até às suas nádegas
e agarrando-as com força levantava-a ligeiramente e fornicava-a de baixo para cima, deixando-a louca.

Aproximava-se do seu orgasmo preferido, o tal.
Agarrei-lhe as ancas com força e disse-lhe, entre espasmos de um orgasmo que por mim já rompia,

“ vou-me vir amor...mas não pares...não pares...dá-me...vem-te para mim!”

Via-a arquear-se para trás, senti o aperto no meu pau, os mamilos erectos
...e depois...depois um liquido quente a escorrer pelos meus testículos até ao meu rego.

Caiu sobre mim e eu abracei-a.
Puxei o lençol a cobria-a.
Sei como ela gosta disso.


Ficámos assim.
Exaustos.
Completos.

...juntos...