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Fox-Time

Life isn't about how many breaths you take - It's about the moments that take you breath away!

Fox-Time

Life isn't about how many breaths you take - It's about the moments that take you breath away!

Waiting Game

16.04.20

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O delicioso calor do álcool girava em torno do seu corpo, tomando conta de veias e pele enquanto aguardava que ele chegasse.

Tinha escolhido a música que emanava pela casa.
Algumas das canções carregavam consigo memórias melancólicas que faziam o corpo dela pulsar de forma sexy e inebriante
ao ritmo de sons que se misturavam

Sabia que estava deliciosamente intoxicada e quem sabe, suavemente excitada, mesmo que, um pouco entorpecida.

De copo na mão, descontraidamente, foi ao encontro da canção que agora tocava pensando no facto da mesma ter duas versões
tão diferentes que no entanto se conjugavam na perfeição, como se de um todo se tratasse.

Faziam sentido, complementavam-se e fosse qual fosse o registo, era sempre especial porque parecia ter sido escrita para eles.

Colocou o copo na mesa e puxou uma cadeira para se sentar, cruzando as longas pernas, ajeitando o robe por de baixo e
por cima dela por forma a cobrir-lhe o corpo nu.
Sentia-se quente.
Sentia-se sensual.

Brincou com o rebordo do copo e um sorriso maroto percorreu-lhe o rosto enquanto vislumbrava a lingerie rendada
espalhada sobre a mesa, seguido pelo pensamento de como ele adorava vê-la em lingerie.

Tornara-se uma bela e astuta mulher.
Isso mexia com o libido dele...mas havia algo mais, sempre houvera.

Perante o seu olhar ela não conseguia deixar de ter aquele ar de garota atrevida, mas sempre algo envergonhada.
Sim, sentir o olhar dele invadi-la era bom demais, era tão fácil perceber como era desejada e isso provocava-lhe quase sempre
uma gargalhada quando via que ele não tinha hipótese de esconder o seu interesse, se por ventura estivesse em roupa interior.

Adorava sentir o seu entusiasmo, as suas mãos, seu peito pressionado os seus seios.
Inclinou a cabeça para mais perto do seu corpo para absorver o seu próprio cheiro misturado de calor corporal e perfume.
Foda-se que o banho deixou-me mesmo quente! - sorriu.


Do nada, é o som estridente do telemóvel que a sacode!
Já em pé, meio a teclar, meio a vestir as cuequitas, responde ao sms dele ( pedindo-lhe para abrir a porta ),
enquanto apaga as luzes da sala.

Muito sorrateiramente, vai à porta retirar a chave que tinha impedido a entrada dele na habitação, corre, volta a sentar-se
e envia uma mensagem a dizer - “entra, já consegues”.


Faz cara séria quando ele chega ao pé dela e a beija na boca, um “boa noite gostosa” no ouvido,
levemente roçado pela língua.
Tenta, mas não consegue evitar o sorriso travaço, até porque sente as faces rosadas.


“A beber sozinha? Não sabes esperar?”

“Foi só uns golinhos...”

Mas ele percebe que ela já está a provocá-lo pela forma como toca com a língua no copo, o robe abrindo-se ligeiramente,
à medida que ela ergue do braço enquanto bebe, lentamente, revelando o decote profundo.


“Muito bem...também posso ? "

Puxa uma cadeira e senta-se de frente para ela, cotovelo apoiado na mesa.
Agarra então na garrafa de Moscatel e serve-se.


“Um brinde a ti, meu amor. A mulher mais sexy que jamais conheci. Cheers!”

“Cheers! Agora também já digo cheers amor..” - e ele não consegue de deixar de rir perante a brincadeira dela.
Lá está, aquele olhar cintilante e atrevido, pensa ele, és diabolicamente angélica!

E com isto, leva o copo à boca para um golo bem grande, enquanto sente os olhos dela a fitar os seus,
enquanto as pernas se descruzam revelando a lingerie sensual, enquanto o robe é dispensado pondo a descoberto
os seios voluptuosos com biquinhos tenros, deixando a sua boca a salivar e uma pressão súbita em lugar de cativeiro.


“Não..espera! Não te levantes ainda...Serve mais um copo...e olha...olha...” - diz-lhe ela.

De copo cheio novamente, ele encosta-o aos lábios desejosos de literalmente comê-la e beba mais um pouco,
observa como ela enfia uma mão por dentro das cuequitas e começa a masturbar-se, deixando sair pequenos, quase inaudiveis, gemidos.


“Estou tão molhada que nem imaginas amor...”

Ela sabe que aquilo o deixo louco.

"Já posso?”

Levanta-se e faz com que ela se sente em cima da mesa, olhando-o enquanto as cuequitas são deslizadas até aos dedos dos pés,
caindo depois ao chão.

Agora ela olha-o, vê com ele se despe e como o seu sexo, libertando-se feito mola, encara-a hirto e firme,
mostra da sua virilidade e do seu desejo por ela.

A língua dele circula a dela, as mãos dele apertam-lhe as nádegas, aconchegam os seios.
Ela quer senti-lo a pulsar na boca e provocar-lhe prazer que se traduz em prazer próprio.
Gosta das reações à sua boca e língua, dentro e fora, adora provar os sucos e espreitar aquele mastro ao rubro,
teso, inchado, que a deixa prever que ele não será capaz de segurar-se por muito tempo.


“Faz amor com a minha boca amor, faz!”
E não tarda muito que ele volta a colocá-la em cima da mesa para não ceder, para não explodir.

Beija-a atentamente, apaixonadamente e desce pelo seu corpo, pondo os lábios sobre os mamilos,
sugando-os e criando tal excitação que ela se inclina para trás para aproveitar o prazer totalmente.

Dos seios erectos, a língua dele move-se diretamente para a sua vagina já molhada, lambendo-a,
chupando o botãozinho e provocando os lábios inchados.

De cabeça para trás, o sentimento dela é celestial, o corpo todo sente o prazer, os músculos pulsando em troca dos estímulos
que ele descobre nela, preenchendo-a.

Uma onda tensa de prazer cresce, sem parar desta vez, a respiração dela torna-se ofegante, “não pares amor!” suplica,
sabe que vai entregar-se, quer desabar nele, na boca dele, nos dedos dele...

O orgasmo dela silencia a noite, a contorção do corpo espreme os dedos dele e de seguida inunda a mesa.
Sabendo que ela entrou naquele estado, ele põe-se de pé e enterra o seu sexo, fazendo com que ela gema de prazer novamente,
começando depois, lentamente mas com firmeza, as suas investidas.

O orgasmo que lhe percorre o corpo, desta vez, é gritante, deixando-a satisfeita e serena, aguardando a explosão dele.

Naturalmente aperceber-se dos gemidos e do ritmo da respiração que aumenta à medida que cresce o ímpeto dele, dentro dela.
Por fim, abre os olhos e vê que ele a olha também.
Aí, retira-o de dentro dela e masturba-o vigorosamente até ouvir o som que ela reconhece, do seu homem a vir-se,
o prazer da satisfação final invade-a quando sente os jactos de liquido quente a jorrar de encontro a vulva dela,
salpicando levemente a barriga e a sua mão, escorrendo pelo seu rego.


Ele ajuda-a a sentar-se e abraçam-se.
Beijam-se.
Ela aninha-se por momentos, a cabeça no seu peito, rodeada pelos braços dele.


“És incrível amor..”

“Dizes sempre isso...”

Segue-se um beijo feito de muito beijinhos, longo e ternurento.
O mundo lá fora ficou em paragem forçada.
Não tem lugar...ainda...ali.


“Vamos ao banho?” - diz ele.

“Sim, vamos...” - e já vai a andar esquisitamente depressa - ” isto está a escorrer !”

Adoro esta gaja, pensa ele, e vê-la a desaparecer da sala, toda nua, numa corrida de anormal, em corpo de mulher linda!